sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O defunto era maior


Chaves e Amorim

Mais uma vez vem a demissão do Nelson Jobim. É o governo trapalhão do poste. Em número de demissões de auxiliares está correndo para alcançar o recorde da Mamãe Juju em Bom Conselho (foram quantas mesmo Poeta?). E agora sobrou mais uma vez para o nosso gênero.

Ideli ficou como “fraquinha” e gordinha. A Gleisi por turista brasiliensi. E a Dilma mais uma vez como a faxineira do palácio. Quando ela terminar o governo, e espero que termine, será contratada como diarista até por mim, que sou bastante exigente com a limpeza da casa.

E o Zé Sarney perdeu mais uma vez a oportunidade de ficar calado. Ao dizer que Ideli não era fraquinha, a chamou de gordinha. Cruzes! Ela pode não ter se incomodado com o Jobim, mas, se fosse eu, quando encontrasse o Sir Ney, rodaria a baiana. Quem já se viu chamar alguém de gordinha? Perguntem a Marcix se ela gosta disso (Por falar nisso por onde anda o UvaPassa?). Para mim é um ofensa tão grande, mesmo sendo um fato, que eu só comparo a dizerem que eu pareço com a Cangaceira Mãe.

Vejam o que disse o Alexandre Garcia no Bom Dia Brasil:

É chavão, mas que cabe perfeitamente: Nelson Jobim morreu pela boca. Primeiro, disse que votou em Serra e não em Dilma. Foi ao Palácio se explicar e Dilma aceitou. Afinal, Lula sabia da ligação de Jobim com Serra quando o chamou para ser ministro da Defesa em pleno caos aéreo, em 2007.
Aquela referência sobre conviver com idiotas, feita em discurso nos 80 anos de Fernando Henrique, muita gente interpretou que se referia ao ambiente no governo. Depois, falando sobre a administração do sigilo de documentos, afirmou que o governo fizera trapalhadas.
Por fim, essas últimas referências às ministras bem próximas à presidente, Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti. O ex-presidente da República, José Sarney, quis ironizar dizendo que a ministra Ideli, ao contrário de ser “fraquinha”, é bem gordinha. Piorou ao infinito.
Enfim, parecia que Jobim ou testava o governo ou queria ir embora. É bem significativo que tenha sido rapidíssima a última conversa com a presidente. Dizem que foram sumários três minutos.
Jobim foi o ministro da Defesa que mais durou: quatro anos, o tamanho de um mandato presidencial. Os militares da ativa gostaram dele; os da reserva, nem tanto. O menos aceito dos ministros da Defesa foi José Viegas, diplomata como Celso Amorim.
Nelson Jobim gostava de usar um uniforme camuflado, grande o suficiente para caber no seu mais de 1,90m. Celso Amorim tem cerca de um 1,70m. Um uniforme como o de Jobim não vai servir para ele.”

Um consolo para tudo isto é que a farda do Celso Amorim vai custar menos à viúva do que custou a do Jobim, pois o defunto era maior. O homem já entra fazendo economia. Já as forças armadas....

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